Desconexão com o corpo: quando ele é deixado por último, aprende a se calar.

Psicoterapia com presença, escuta e reconexão para quem se perdeu de si.

Desconexão com o Corpo: o que acontece quando viver se torna só pensar

Muitas mulheres vivem inteiramente na cabeça. Pensando, controlando, organizando, antecipando. A vida se passa em narrativas mentais, e o corpo vai sendo deixado para depois — até que começa a doer, a pesar ou a sumir.

A desconexão corporal é um dos sintomas mais silenciosos do adoecimento emocional. Ela não grita — ela apaga. É o prazer que se torna raro. É o toque que incomoda. É o espelho que já não reflete ninguém. Muitas vezes, essa desconexão começa cedo: quando o corpo foi ignorado, reprimido ou ferido. Quando sentir era perigoso. Quando existir era performar.

Com o tempo, o corpo deixa de ser casa — e passa a ser cobrança, obrigação ou ameaça. E nessa separação, a mulher se divide: mente de um lado, corpo de outro.

Na psicoterapia, esse corpo começa a voltar. Não de forma literal, mas simbólica e sensível. A escuta clínica acolhe também aquilo que não foi dito com palavras: gestos, silêncios, memórias somáticas. E aos poucos, sentir volta a ser possível. O corpo reaprende a respirar, habitar e até desejar.

Reconectar-se não é performar presença — é reaprender a sentir

A desconexão não acontece de um dia pro outro. Ela é um acúmulo. De pressa. De expectativas. De demandas externas que ocupam o lugar do sentir. O corpo vai sendo silenciado, até parecer que ele não tem nada a dizer.

Mas o corpo sempre fala. Com insônia. Com cansaço. Com dores que não têm explicação médica. Com bloqueios que a mente tenta racionalizar, mas não resolve. E é aí que a psicoterapia pode abrir um caminho: um espaço onde o corpo volta a ter lugar, sem ser exigido, julgado ou negado.

Reconectar-se com o corpo não é um processo estético, nem técnico. É íntimo. É profundo. É terapêutico. É permitir que o sentir volte a ser confiável, que o toque volte a ser seguro, que o silêncio volte a ser presença — e não ausência.

Nesse espaço terapêutico, o corpo deixa de ser um obstáculo e começa a ser um aliado. Um caminho. Um lar que pode ser habitado de novo, com verdade e inteireza.

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Reconexão emocional

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Redução da dissociação

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Presença corporal

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Liberação de tensões crônicas

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Reaproximação do prazer

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Reconstrução do autoamor e da autoescuta

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Sobre mim

Sou psicóloga e caminho ao lado de mulheres que estão prontas para se reconectar com sua inteireza.

Integro ciência, sensorialidade e estética como partes legítimas do processo terapêutico. Atendo de forma online e presencial, com ética, sigilo e compromisso com o que é real.

Se você sente que é hora de voltar para si com coragem e inteireza, saiba que estou aqui.

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Desconexão com o Corpo

Quando o corpo é deixado para depois, ele cobra — não com culpa, mas com ausência. A vida acontece na cabeça, o cansaço é constante, o prazer parece distante. O processo terapêutico pode ser o caminho de volta: para o toque, para o sentir, para o agora.

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Mulher que se perdeu de si

Quando tudo é pra fora — filhos, trabalho, exigências, performance — algo dentro vai ficando em silêncio. E chega uma hora em que o espelho já não reflete ninguém. A escuta terapêutica pode ser o espaço para começar a voltar: aos poucos, com verdade.

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Relações que Exaurem

Nem sempre é óbvio. Às vezes o vínculo desgasta aos poucos: na repetição, no silêncio, na invalidação disfarçada de cuidado. Escutar-se dentro de uma relação é um ato de coragem. Terapia ajuda a nomear, entender e, se for o caso, partir.

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Longe de Casa, Perto de Si

Mudar de cidade, país ou cultura é também mudar de idioma interno. Deixar pessoas, cheiros, rotinas, referências. Para muitas mulheres, viver fora é também viver calada. A terapia pode ser o único lugar onde a língua volta a ser inteira, onde o sentir volta a ter nome, e onde o pertencimento começa de novo, por dentro.

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Ansiedade e Autocobrança

Não explode, mas consome. É a mente que não desliga. O sono que não vem. A sensação de que está sempre em dívida com algo. Nem sempre parece um “problema”, mas mina o prazer de existir. Aqui, o silêncio e a presença viram caminhos.

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Desejo de Pausa

O mundo exige aceleração. A mente exige mais. O corpo pede pausa. Quando descansar parece errado, é sinal de que o descanso virou tabu. Há sabedoria na pausa. E há escuta que ensina a respeitar o tempo interno.