Ansiedade não é excesso de futuro, é falta de espaço no presente. Hora de escutar o que está gritando em silêncio.

Psicoterapia para mulheres com atendimento online em todo o mundo.

Ansiedade Sutil: o mal-estar que veste roupa de normalidade

A ansiedade, quando sutil, costuma passar despercebida. Ela não interrompe bruscamente — ela corrói devagar. É aquela mente sempre acesa, mesmo cansada. O corpo alerta, mesmo sem perigo. A sensação de que algo está por acontecer, mas nunca se sabe exatamente o quê.

Para muitas mulheres, essa forma de ansiedade já se normalizou. É confundida com eficiência, com “dar conta”, com “vida adulta”. Só que por dentro, existe um estado de alerta crônico. O prazer é raro. A respiração é curta. O corpo está sempre um pouco contraído. E o descanso, quando vem, não restaura — só adia.

Essa ansiedade costuma se formar em histórias onde não houve espaço para o erro, para o afeto incondicional, para o descanso real. Onde foi preciso prever tudo, controlar tudo, cuidar de todos. E esse modo de funcionar, antes de ser escolha, foi defesa.

No processo terapêutico, essa ansiedade sutil começa a ganhar nome, forma, corpo. Começa a ser reconhecida como algo que não é parte da personalidade, mas sim uma resposta — aprendida, instalada, mas possível de ser revista.

Aos poucos, a mulher começa a se apropriar do próprio ritmo. A desacelerar internamente sem culpa. A respirar com presença. A distinguir o que é urgência real do que é padrão automático. E nesse lugar, a vida começa a deixar de ser apenas sobrevivência — para voltar a ser presença.

Autocobrança: quando o excesso se disfarça de força

Autocobrança nem sempre chega gritando. Às vezes, ela se disfarça de organização, de produtividade, de metas — de força. Mas por dentro, o corpo e a mente seguem tensos, como se algo estivesse sempre por fazer, por provar, por melhorar.

Muitas mulheres que chegam ao processo terapêutico com esse padrão carregam uma sensação de dívida invisível. Com o mundo. Com os outros. Com uma versão ideal de si mesmas que nunca é suficiente. E é nesse lugar que a autocobrança adoece: quando deixa de ser impulso de crescimento e se torna vigilância interna constante.

Na maioria das vezes, essa estrutura foi construída muito cedo. Mulheres que, desde pequenas, precisaram “dar conta” de coisas demais, de emoções que não eram suas, de espaços onde precisavam ser boas, calmas, fortes, perfeitas. E então, crescem carregando esse script — sem perceber que o excesso virou identidade.

O corpo começa a mostrar. O sono não vem. O prazer é adiado. O descanso provoca culpa. Até que tudo cansa, inclusive o esforço para manter tudo de pé.

A psicoterapia ajuda a perceber o que é exigência real e o que é excesso herdado. Ajuda a escutar essa parte que acredita que só vale quando produz. Que só é amada se for perfeita. E então, com tempo, presença e vínculo, começa a emergir uma nova linguagem: uma que reconhece limites, celebra pausas e permite imperfeição sem culpa.

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Respiração Psíquica

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Reformulação de Padrões

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Ser inteira novamente

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Sobre mim

Sou psicóloga e caminho ao lado de mulheres que estão prontas para se reconectar com sua inteireza.

Integro ciência, sensorialidade e estética como partes legítimas do processo terapêutico. Atendo de forma online e presencial, com ética, sigilo e compromisso com o que é real.

Se você sente que é hora de voltar para si com coragem e inteireza, saiba que estou aqui.

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Desconexão com o Corpo

Quando o corpo é deixado para depois, ele cobra — não com culpa, mas com ausência. A vida acontece na cabeça, o cansaço é constante, o prazer parece distante. O processo terapêutico pode ser o caminho de volta: para o toque, para o sentir, para o agora.

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Mulher que se perdeu de si

Quando tudo é pra fora — filhos, trabalho, exigências, performance — algo dentro vai ficando em silêncio. E chega uma hora em que o espelho já não reflete ninguém. A escuta terapêutica pode ser o espaço para começar a voltar: aos poucos, com verdade.

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Relações que Exaurem

Nem sempre é óbvio. Às vezes o vínculo desgasta aos poucos: na repetição, no silêncio, na invalidação disfarçada de cuidado. Escutar-se dentro de uma relação é um ato de coragem. Terapia ajuda a nomear, entender e, se for o caso, partir.

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Longe de Casa, Perto de Si

Mudar de cidade, país ou cultura é também mudar de idioma interno. Deixar pessoas, cheiros, rotinas, referências. Para muitas mulheres, viver fora é também viver calada. A terapia pode ser o único lugar onde a língua volta a ser inteira, onde o sentir volta a ter nome, e onde o pertencimento começa de novo, por dentro.

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Ansiedade e Autocobrança

Não explode, mas consome. É a mente que não desliga. O sono que não vem. A sensação de que está sempre em dívida com algo. Nem sempre parece um “problema”, mas mina o prazer de existir. Aqui, o silêncio e a presença viram caminhos.

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Desejo de Pausa

O mundo exige aceleração. A mente exige mais. O corpo pede pausa. Quando descansar parece errado, é sinal de que o descanso virou tabu. Há sabedoria na pausa. E há escuta que ensina a respeitar o tempo interno.